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Ex-vereador Farys Miguel é morto a tiros em Dom Pedro/MA

Ex-vereador Farys Miguel é morto a tiros em Dom Pedro/MA
(Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O ex-vereador Farys Miguel, do município de Dom Pedro, foi morto a tiros na tarde desta segunda-feira (27). O crime aconteceu em uma rua da cidade e chamou a atenção de populares que estavam nas proximidades no momento da execução.

Farys Miguel era uma liderança política conhecida e influente em Dom Pedro. Ele foi presidente da Câmara Municipal e, em 2015, enquanto ocupava o cargo, já havia sido vítima de um atentado a tiros, mas conseguiu sobreviver na época.

Além da trajetória política, Farys também tinha forte ligação com nomes conhecidos da política local. Ele era casado com a ex-prefeita Rosa Nogueira e pai da médica e vereadora Ludymila Nogueira.

A morte do ex-parlamentar causou grande repercussão no município e na região. Até o momento, não há informações confirmadas sobre a motivação do crime ou sobre a identificação dos autores. O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes.

Vídeo:

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Justiça condena mulher a 13 anos por morte de gerente de farmácia em Coroatá

Crime ganhou repercussão em 2024 e teve desfecho no Tribunal do Júri; vítima foi encontrada amarrada e com sinais de violência em uma quitinete no centro.

Justiça condena mulher a 13 anos por morte de gerente de farmácia em Coroatá

O Poder Judiciário, por meio da 1ª Vara da Comarca de Coroatá, realizou ao longo deste mês de abril uma série de sessões do Tribunal do Júri, intensificando a atuação da Justiça na análise de crimes graves na região. Os julgamentos foram presididos pela juíza Anelise Reginato, titular da unidade, e incluíram casos de grande repercussão local, que mobilizaram a opinião pública e chamaram atenção pela gravidade dos fatos.

Um dos julgamentos mais marcantes ocorreu no dia 14 de abril e teve como foco a morte do gerente de farmácia Marcos Santana Salazar, natural de Codó.

De acordo com a denúncia, o crime aconteceu no dia 29 de maio de 2024. O corpo da vítima foi encontrado em uma quitinete, no Centro de Coroatá, amarrado, amordaçado e com perfurações na região do pescoço.

Marcos era gerente da Farmácia Pague Menos. O desaparecimento dele chamou atenção de colegas de trabalho, que estranharam sua ausência e decidiram ir até o local onde ele morava, encontrando o corpo.

Investigação

Durante as investigações, a polícia identificou que um casal que morava em um quarto vizinho havia desaparecido sem dar explicações à proprietária do imóvel.

Os suspeitos eram Maria Carmem Ferreira Silva e um adolescente.

Após diligências, o menor foi localizado em posse do celular da vítima e confessou participação no crime. Segundo o relato, Maria Carmem teria sido a responsável pelos golpes que levaram à morte de Marcos, além de ter indicado onde a arma do crime havia sido escondida.

A mulher foi presa dias depois, no município de Grajaú.

Julgamento e condenação
Durante o julgamento, o Conselho de Sentença decidiu pela condenação de Maria Carmem, que recebeu pena definitiva de 13 anos de reclusão.

Já o adolescente, que na época tinha 17 anos, responde conforme a legislação brasileira, podendo cumprir até três anos de medida socioeducativa.

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Corpo de mulher é encontrado em área de matagal no Alto do Cajueiro, em Coroatá

Corpo de mulher é encontrado em área de matagal no Alto do Cajueiro, em Coroatá
Foto Reprodução

Um crime com características brutais foi registrado na manhã desta sexta-feira (24) em Coroatá. O corpo de uma mulher foi encontrado em uma área de matagal no Alto do Cajueiro, mobilizando equipes da Polícia Militar e do serviço de inteligência.

De acordo com as primeiras informações, o corpo já estava em avançado estado de decomposição, o que indica que o crime pode ter ocorrido dias antes do achado.

Ainda segundo a polícia, a vítima apresentava marcas de violência pelo corpo, incluindo ferimentos nas mãos e pernas, o que pode indicar tentativa de defesa.

No local, também foram encontradas cápsulas de arma de fogo, levantando a suspeita de que a mulher tenha sido executada.

Tentativa de ocultação
Outra informação que chamou atenção dos investigadores é que o corpo apresentava sinais de que teria sido queimado, possivelmente em uma tentativa de dificultar a identificação e apagar vestígios do crime.

A suspeita é que a vítima tenha sido morta em outro ponto e, em seguida, o corpo tenha sido levado até o local onde foi encontrado.

Possível ligação com crime anterior
Há indícios de que o caso possa ter relação com uma tentativa de homicídio registrada dias antes no bairro Vila Vavá. Informações preliminares apontam que a mulher não seria natural de Coroatá, podendo ser do município de Vargem Grande.


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PGR vê ‘disputa política’ em pedido para afastar Brandão e reage: ‘Inadmissível’; leia a íntegra

A subprocuradora Cláudia Sampaio destacou que não é possível inferir, a partir das manifestações apresentadas, a comprovação do exercício de função pública pelos parentes do governador

PGR vê ‘disputa política’ em pedido para afastar Brandão e reage: ‘Inadmissível’; leia a íntegra
Foto Reprodução

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer contrário ao pedido de afastamento imediato do governador do Maranhão, Carlos Brandão. O pedido havia sido apresentado pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que acusa o chefe do Executivo estadual de descumprir decisões judiciais relacionadas à proibição da permanência de parentes em cargos públicos.

A manifestação foi assinada nesta segunda-feira (30) pela subprocuradora-geral da República Cláudia Sampaio Marques. No documento, a PGR afirma que não há “prova inequívoca” de que as decisões do STF estejam sendo efetivamente desrespeitadas.

O caso gira em torno de acusações de nepotismo. Em decisões anteriores, o ministro relator do STF, Alexandre de Moraes, determinou o afastamento de familiares do governador de cargos estratégicos no governo do Maranhão. Entre eles estariam Marcus Barbosa Brandão (irmão do governador), Audréia Noleto (cunhada) e outros nomes apontados em cargos no Executivo estadual.

No parecer, a PGR argumenta que, após resistência inicial, o governo do estado teria comprovado o cumprimento formal das decisões judiciais por meio das exonerações. Para o órgão, não há elementos suficientes para concluir que houve descumprimento efetivo das ordens do STF.

A subprocuradora Cláudia Sampaio destacou que não é possível inferir, a partir das manifestações apresentadas, a comprovação do exercício de função pública pelos parentes do governador. Assim, segundo a PGR, também não se confirma o descumprimento das determinações judiciais.

O órgão ainda alertou para o risco de transformar a reclamação constitucional em um instrumento de disputa política. Segundo o parecer, o processo estaria sendo utilizado como “palco para o desenrolar de disputas entre adversários políticos”.

Agora, o caso será decidido pelo ministro Alexandre de Moraes, que avaliará se as provas apresentadas pelo PCdoB são suficientes para justificar a intervenção no governo do Maranhão ou se acolhe o entendimento da Procuradoria.

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Aliados do ministro Flávio Dino espalham versão sobre possíveis prisões de nomes ligados ao Governo do Maranhão

Nos bastidores da política do Maranhão, passou a circular com força, nos últimos dias, uma narrativa envolvendo supostas medidas judiciais contra integrantes do atual governo estadual.

Aliados do ministro Flávio Dino espalham versão sobre possíveis prisões de nomes ligados ao Governo do Maranhão
Secretário Raimundo Cutrim

Nos bastidores da política do Maranhão, passou a circular com força, nos últimos dias, uma narrativa envolvendo supostas medidas judiciais contra integrantes do atual governo estadual.

Interlocutores ligados ao campo político associado ao ministro Flávio Dino têm difundido a informação de que familiares do governador Carlos Brandão e auxiliares diretos estariam na mira de ações que poderiam resultar em prisões.

Entre os nomes mencionados está o secretário Raimundo Cutrim. Segundo essa versão, em razão da idade, ele poderia ser submetido a medidas cautelares diversas da prisão, como o uso de tornozeleira eletrônica.

Outro nome citado é o de Marcus Brandão, irmão do governador, apontado como possível alvo das mesmas medidas.

Apesar da circulação dessas informações no meio político, até o momento não há confirmação oficial de investigações, decisões judiciais ou manifestações públicas de órgãos de controle que sustentem, de forma concreta, as medidas mencionadas.

O movimento, no entanto, amplia a tensão no ambiente político estadual, especialmente diante do histórico de alinhamento entre lideranças da oposição e o grupo político ligado ao ministro Flávio Dino, que ainda mantém influência sobre parte significativa da classe política local.

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