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Justiça condena mulher a 13 anos por morte de gerente de farmácia em Coroatá

Crime ganhou repercussão em 2024 e teve desfecho no Tribunal do Júri; vítima foi encontrada amarrada e com sinais de violência em uma quitinete no centro.

Justiça condena mulher a 13 anos por morte de gerente de farmácia em Coroatá

O Poder Judiciário, por meio da 1ª Vara da Comarca de Coroatá, realizou ao longo deste mês de abril uma série de sessões do Tribunal do Júri, intensificando a atuação da Justiça na análise de crimes graves na região. Os julgamentos foram presididos pela juíza Anelise Reginato, titular da unidade, e incluíram casos de grande repercussão local, que mobilizaram a opinião pública e chamaram atenção pela gravidade dos fatos.

Um dos julgamentos mais marcantes ocorreu no dia 14 de abril e teve como foco a morte do gerente de farmácia Marcos Santana Salazar, natural de Codó.

De acordo com a denúncia, o crime aconteceu no dia 29 de maio de 2024. O corpo da vítima foi encontrado em uma quitinete, no Centro de Coroatá, amarrado, amordaçado e com perfurações na região do pescoço.

Marcos era gerente da Farmácia Pague Menos. O desaparecimento dele chamou atenção de colegas de trabalho, que estranharam sua ausência e decidiram ir até o local onde ele morava, encontrando o corpo.

Investigação

Durante as investigações, a polícia identificou que um casal que morava em um quarto vizinho havia desaparecido sem dar explicações à proprietária do imóvel.

Os suspeitos eram Maria Carmem Ferreira Silva e um adolescente.

Após diligências, o menor foi localizado em posse do celular da vítima e confessou participação no crime. Segundo o relato, Maria Carmem teria sido a responsável pelos golpes que levaram à morte de Marcos, além de ter indicado onde a arma do crime havia sido escondida.

A mulher foi presa dias depois, no município de Grajaú.

Julgamento e condenação
Durante o julgamento, o Conselho de Sentença decidiu pela condenação de Maria Carmem, que recebeu pena definitiva de 13 anos de reclusão.

Já o adolescente, que na época tinha 17 anos, responde conforme a legislação brasileira, podendo cumprir até três anos de medida socioeducativa.

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10 KM A PÉ: essa é a realidade de crianças na zona rural de Codó

10 KM A PÉ: essa é a realidade de crianças na zona rural de Codó
Reprodução

A pergunta que fica é simples e incômoda: até quando essa situação vai continuar sendo ignorada?

A denúncia vem acompanhada de um recado direto: menos marketing e mais ação. A população cobra do governo de Chiquinho do PT soluções reais para problemas antigos que seguem sem resposta.

O caso mais revoltante envolve crianças que estariam caminhando cerca de 10 km todos os dias para conseguir chegar à escola. Segundo os próprios moradores, a estrada que dá acesso ao povoado está em condições tão ruins que o transporte simplesmente não consegue passar.

Enquanto discursos bonitos são divulgados, a realidade no povoado Remédios conta outra história — e ela é dura. Moradores decidiram mostrar, em vídeos, o que dizem ser o verdadeiro cenário da comunidade: abandono, estrada destruída e falta de atenção do poder público.

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